quinta-feira, 2 de maio de 2013


A única coisa que eu quero - HOJE - é que as pessoas peguem suas dúvidas e incertezas e se mandem pra bem longe. Porque - na real! - eu acho um desperdício essa gente que não sabe o que quer da vida.
Sem essa de jogar os problemas nas costas do TEMPO e esperar que ele dê conta do recado. ENTENDAM UMA COISA: tempo não cura. Tempo FODE. Anota aí pra você se lembrar disso .

( Fernanda Mello)

sexta-feira, 8 de março de 2013

DIA DA MULHER


"Eu acho que ser mulher é a coisa mais bacana que existe. Nós somos complexas. Levemente malucas. Fofas. Temos obsessões por coisas que só nós entendemos. Morremos de frio quando a temperatura desce míseros graus. E viramos onça, quando preciso.
Somos, na verdade, seres completamente hormonais e emocionais. Nós inventamos a doçura (sabia?). E gostamos de criar (e recriar) por natureza. É, eu tenho orgulho de ser mulher..." Fernanda C Mello


Falou Tudo!

Mulheres que amam de menos...

Eu quero dar meu depoimento. Creio ter um problema. Se mulheres que amam demais são aquelas que sufocam seus parceiros, que não confiam neles, que investigam cada passo que eles dão e que não conseguem pensar em mais nada a não ser em fantasiosas traições, então eu preciso admitir: sou uma mulher que ama de menos.

Eu nunca abri a caixa de mensagens do celular do meu marido.

Eu nunca abri um papel que estivesse em sua carteira.

Eu nunca fico irritada se uma colega de trabalho telefona pra ele.

Eu não escuto a conversa dele na extensão.

Eu não controlo o tanque de gasolina do carro dele para saber se ele andou muito ou pouco.

Eu não me importo quando ele acha outra mulher bonita, desde que ela seja realmente bonita. Se não for, é porque ele tem mau gosto

Eu não me sinto insegura se ele não me faz declarações de amor a toda hora.

Eu não azucrino a vida dele.

Segundo o que tenho visto por aí, meu diagnóstico é lamentável: eu o amo pouco. Será?

Obsessão e descontrole são doenças sérias e merecem respeito e tratamento, mas batizar isso de "amar demais" é uma romantização e um desserviço às mulheres e aos homens. Fica implícito que amar tem medida, que amar tem limite, quando na verdade amar nunca é demais. O que existe são mulheres e homens que têm baixa auto-estima, que tem níveis exagerados de insegurança e que não sabem a diferença entre amor e possessão. E tem aqueles que são apenas ciumentos e desconfiados, tornando-se chatos demais.

Mas se todo mundo concorda que uma patologia pode ser batizada de "amor demais", então eu vou fundar As Mulheres que Amam De Menos, porque, pelo visto, quem é calma, quem não invade a privacidade do outro e quem confia na pessoa que escolheu pra viver também está doente.

Martha Medeiros

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Brigar, gritar, impor ideias, nem de longe significa ter um Eu forte, mas, sim, frágil. Falar o que vem a mente, dizer sempre a verdade, nem sempre é expressão de um Eu maduro, mas, sim, de quem não tem autocontrole. Um Eu forte e maduro aquieta a ansiedade, protege quem ama, pede desculpas sem medo, aponta primeiro o dedo para si antes de falar dos erros do outro, repensa sua história, exige menos e se doa mais, não tem a necessidade neurótica de mudar quem era ao seu redor, conhece, portanto, todas as letras do alfabeto do amor inteligente.
Augusto Cury- Mulheres inteligentes, relações saudáveis

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

FELIZ ANO NOVO

Bye Bye 2012.. E que 2013 seja melhor ainda!

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

"Todos os dias, logo cedo dou uma piscadinha para Deus e peço: Tomara que as nossas vontades coincidam. E se não coincidirem, que a Sua prevaleça!"
(Caio Fernando Abreu)




quarta-feira, 12 de dezembro de 2012


Eu cresci com aquele negócio que sentir raiva é feio. FEIO, NADA! É humano, é natural. Feio é o que você pode fazer com sua raiva. Feio é você fingir que nada aconteceu e engolir o que não pode (e não quer) ficar dentro. Raiva adoece. Raiva mata. Mas quando a gente coloca a raiva para fora - aí que entra a inteligência da coisa - você deixa a casa livre. LIVRE PARA ENTRAR COISAS BOAS. LIVRE PARA ENTRAR AMOR.

Por isso, num mundo onde principalmente nós, mulheres, fomos acostumadas a engolir nossas raivas, um conselho que ando seguindo à risca: bote para fora. Nem que seja em uma carta que ninguém vá ler. 

Todo mundo tem seu lado sombrio e dar as mãos à ele é - ao meu ver - a melhor forma de continuarmos saudáveis por dentro. E por fora.
Um brinde à nossa raiva que se vai! E a todo amor que sempre vem!

ps: entender (e aceitar) nossas fraquezas é o grande barato da vida!

(Fernanda Mello)

terça-feira, 27 de novembro de 2012

“O amor é difícil para os indecisos. É assustador para os medrosos. Avassalador para os apaixonados! Mas, os vencedores no amor são os fortes, os que sabem o que querem e querem o que têm! Sonhar um sonho a dois e nunca desistir da busca de ser feliz, isso é para poucos.”
"Hoje senti seu cheiro e deu aquela sensação na barriga... Gostaria de parar o tempo. Se pudesse me transferir para algum lugar nesse exato momento, seria para seu sorriso. Esse mesmo; que ganha meu mundo apenas por existir."

segunda-feira, 26 de novembro de 2012


Estou achando tão difícil me expressar. Fico olhando pra tela em branco com ar de boba. E NADA. Nenhuma frase coerente. NADA. E no meio das inúmeras tentativas em que eu tento – em vão – escrever, me antecipa aquela saudade esquisita, que não vai embora nunca… E a saudade fica martelando na minha cabeça, me dá uma espécie de aperto no peito e eu fico rindo e imaginando que, com certeza, se você estivesse aqui, você diria que era melhor eu consultar um médico ou coisa parecida. Mas você não está aqui. E a tela vazia me desafia e eu digito três ou quatro letras aleatórias para passar o tempo e depois aperto o backspace rápido e sumo com tudo. Como se a sensação que eu sinto pudesse sumir feito mágica. Mas, não. Para a saudade não existe backspace. Não existe delete, não existe tecla para trazer a presença. Só existe você, do outro lado do oceano, fazendo cenas (mil cenas!)… E me deixando aqui: muda. Literalmente sem palavra. Sem espaço. Sem texto. 
(Fernanda Mello)

Se eu sei que no final fica tudo bem
A gente se ajeita numa cama pequena
Te faço um poema, te cubro de amor
Então você adormece
Meu coração enobrece
E a gente sempre se esquece
De tudo o que passou...

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Eu preciso aprender a ser menos. Menos dramática. Menos intensa. Menos exagerada. Alguém já desejou isso na vida: ser menos? Pois é. Estranho. Mas eu preciso. Nesse minuto, nesse segundo, por favor, me bloqueie o coração, me cale o pensamento, me dê uma droga forte para tranquilizar a alma. Porque eu preciso. E preciso muito. Eu preciso diminuir o ritmo, abaixar o volume, andar na velocidade permitida, não atropelar quem chega, não tropeçar em mim mesma. Eu preciso respirar. Me aperte o pause, me deixe em stand by, eu não dou conta do meu coração que quer muito. Eu preciso desatar o nó. Eu preciso sentir menos, sonhar menos, amar menos, sofrer menos ainda. Aonde está a placa de PARE bem no meio da minha frase? Confesso: eu não consigo. Nada em mim pára, nada em mim é morno, nada é pouco, não existe sinal vermelho no meu caminho que se abre e me chama. E eu vou... Com o coração na mochila, o lápis borrado, o sorriso e a dúvida, a coragem e o medo, mas vou... Não digo: "estou indo", não digo: "daqui a pouco", nada tem hora a não ser agora. Existe aí algum remedinho para não-sentir? Existe alguma terapia, acupuntura, pedras, cores e aromas para me calar a alma e deixar mudo o pensamento? Quer saber? Existe. Existe e eu preciso. Preciso e não quero.

Fernanda Mello

quarta-feira, 24 de outubro de 2012



Fiquei ali sentado
Sentado sobre as mãos
Pensando em te perder
Querendo te encontrar..

Nenhum de Nós- Julho de 83

segunda-feira, 15 de outubro de 2012


Perguntaram ao Dalai Lama:
- O que mais te surpreende na humanidade?
E ele respondeu:- Os homens, porque perdem a saúde para juntar dinheiro e depois perdem dinheiro para recuperar a saúde. E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viverem nem o presente e nem o futuro. Além disso, vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se nunca tivessem vivido.

— Dalai Lama.


“Nada é o que parece ser. O mar de longe é azul, de perto é verde, por dentro, transparente. Aparentemente, tudo é diferente do que realmente é. Eis então o segredo para não julgar: em vez de olhar o mar de longe, mergulhe.”

- Desconheço a Autoria
....

Não gosto de meias-palavras, de gente morna, nem de amar em silêncio. Aprendi que palavra é igual oração: tem que ser inteira senão perde a força. E força não há de faltar porque – aqui dentro – eu carrego o meu mundo. Sou menina levada, sou criança crescida com contas para pagar. E mesmo pequena, não deixo de crescer. Trabalho igual gente grande, fico séria, traço metas. Mas quando chega a hora do recreio, aí vou eu... Escrevo escondido, faço manha, tomo sorvete no pote, choro quando dói, choro quando não dói. E eu amo. Amo igual criança. Amo com os olhos vidrados, amo com todas as letras. A-M-O. Sem restrições. Sem medo. Sem frases cortadas. Quer me entender? Não precisa. Quer me fazer feliz? Me dê um chocolate, um bilhete, um brinde que você ganhou e não gostou, uma mentira bonita pra me fazer sonhar. Não importa. Todo dia é dia de ser criança e criança não liga pra preço, pra laço de fita e cartão com relevo. Criança gosta mesmo é de beijo, abraço e surpresa!

           (E eu – como boa criança que sou – quero mais é rasgar o pacote!)

                                            Fernanda Mello