quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012


Eu cresci com aquele negócio que sentir raiva é feio. FEIO, NADA! É humano, é natural. Feio é o que você pode fazer com sua raiva. Feio é você fingir que nada aconteceu e engolir o que não pode (e não quer) ficar dentro. Raiva adoece. Raiva mata. Mas quando a gente coloca a raiva para fora - aí que entra a inteligência da coisa - você deixa a casa livre. LIVRE PARA ENTRAR COISAS BOAS. LIVRE PARA ENTRAR AMOR.

Por isso, num mundo onde principalmente nós, mulheres, fomos acostumadas a engolir nossas raivas, um conselho que ando seguindo à risca: bote para fora. Nem que seja em uma carta que ninguém vá ler. 

Todo mundo tem seu lado sombrio e dar as mãos à ele é - ao meu ver - a melhor forma de continuarmos saudáveis por dentro. E por fora.
Um brinde à nossa raiva que se vai! E a todo amor que sempre vem!

ps: entender (e aceitar) nossas fraquezas é o grande barato da vida!

(Fernanda Mello)

terça-feira, 27 de novembro de 2012

“O amor é difícil para os indecisos. É assustador para os medrosos. Avassalador para os apaixonados! Mas, os vencedores no amor são os fortes, os que sabem o que querem e querem o que têm! Sonhar um sonho a dois e nunca desistir da busca de ser feliz, isso é para poucos.”
"Hoje senti seu cheiro e deu aquela sensação na barriga... Gostaria de parar o tempo. Se pudesse me transferir para algum lugar nesse exato momento, seria para seu sorriso. Esse mesmo; que ganha meu mundo apenas por existir."

segunda-feira, 26 de novembro de 2012


Estou achando tão difícil me expressar. Fico olhando pra tela em branco com ar de boba. E NADA. Nenhuma frase coerente. NADA. E no meio das inúmeras tentativas em que eu tento – em vão – escrever, me antecipa aquela saudade esquisita, que não vai embora nunca… E a saudade fica martelando na minha cabeça, me dá uma espécie de aperto no peito e eu fico rindo e imaginando que, com certeza, se você estivesse aqui, você diria que era melhor eu consultar um médico ou coisa parecida. Mas você não está aqui. E a tela vazia me desafia e eu digito três ou quatro letras aleatórias para passar o tempo e depois aperto o backspace rápido e sumo com tudo. Como se a sensação que eu sinto pudesse sumir feito mágica. Mas, não. Para a saudade não existe backspace. Não existe delete, não existe tecla para trazer a presença. Só existe você, do outro lado do oceano, fazendo cenas (mil cenas!)… E me deixando aqui: muda. Literalmente sem palavra. Sem espaço. Sem texto. 
(Fernanda Mello)

Se eu sei que no final fica tudo bem
A gente se ajeita numa cama pequena
Te faço um poema, te cubro de amor
Então você adormece
Meu coração enobrece
E a gente sempre se esquece
De tudo o que passou...